Conselho Espírita

do Estado do Rio de Janeiro

EVANGELIZAÇÃO DA FAMÍLIA

MÓDULO I

ENCONTRO ESTADUAL DA FAMÍLIA ESPÍRITA

MÓDULO II

ESPAÇO DE EDUCAÇÃO FAMILIAL

Coleção Diretrizes - 5

2ª edição: maio de 2015

CEERJ-Edições

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APRESENTAÇÃO

Esta publicação é fruto do atendimento feito pelo Conselho Espírita do Estado do Rio de Janeiro – CEERJ, em encontros e seminários desenvolvidos no Estado.

Na sua função de órgão federativo, o CEERJ tem a tarefa de fornecer diretrizes, discutir propostas, receber e divulgar subsídios voltados para o bom desenvolvimento das atividades nas Casas Espíritas.

Este exemplar que faz parte da Coleção Diretrizes , aborda aspectos de atividades dirigidas ao estudo e à compreensão das questões familiares oferecidas pelo Serviço de Evangelização da Família da Área de Educação Espírita do CEERJ:

1ª - Encontro Estadual da Família Espírita

2ª - Espaço de Educação Familial

Encontro Estadual da Família Espírita – ENEFE, atividade voltada para a família que acontece no período do carnaval em várias regiões do Estado. O módulo I deste livreto, apresenta o ENEFE com seus objetivos, finalidades, desenvolvimento, metodologia e abrangência como divulgador e discutidor das questões que se fazem presente no cotidiano familiar.

Esperamos que este registro possa auxiliar a todos que desejam fortalecer a família na atualidade.

Diretoria Executiva

Setembro/2009

SUMÁRIO

Módulo I

Encontro Estadual da Família Espírita – ENEFE

  1. Introdução
  2. Por que no período do carnaval ?
  3. Justificativas
  4. Apontamentos necessários
  5. Como tudo começou
  6. Visão
  7. Missão
  8. Objetivos
  9. A quem se destina?
  10. Quem coordena?
  11. Quem realiza?
  12. A organização
  13. Proposta de equipes necessárias para a realização do ENEFE
  14. Coordenação
  15. Estudos
  16. Divulgação
  17. Secretaria
  18. Lanche
  19. Reunião de qualificação dos coordenadores
  20. Diretrizes metodológicas
  21. Que conteúdos são trabalhados
  22. O ENEFE e a Unificação
  23. Vantagens
  24. Exemplos de programações
  25. Bibliografia recomendada

MÓDULO I

ENEFE

ENCONTRO ESTADUAL DA FAMÍLIA ESPÍRITA

“Não basta, pois, evangelizar as crianças nas instituições espíritas. É imprescindível que essa educação alcance, também, os genitores ou responsáveis. (...) Cuidar da criança - esquecendo os pais da criança - parece-nos esforço incompleto.”

(Martins Peralva - Estudando o Evangelho, cap. ”A primeira escola”)

INTRODUÇÃO

Este livreto traz um roteiro de orientações acerca do trabalho realizado pelo Encontro Estadual da Família – ENEFE, que acontece no período de carnaval – sua finalidade, compreensão e desenvolvimento, levando para o Movimento Espírita diretrizes que oportunizarão a criação e implantação de núcleos de ENEFE em todo o nosso Estado.

Que Dr. Bezerra, mentor espiritual desse trabalho, nos fortaleça no propósito de servir a Jesus.

Proposta

Criar em cada Casa Espírita do Estado do Rio de Janeiro, durante o carnaval, um ambiente de estudos e aprendizagem sobre a Doutrina Espírita, por meio de dinâmicas, estudos comparados e atividades que envolvam as famílias objetivando a conscientização sobre a finalidade, a responsabilidade e a valorização do núcleo familiar.

Por que no período no carnaval?

Porque no período de carnaval a atmosfera da Terra é envolvida por ondas mentais em desequilíbrio emitidas por mentes encarnadas e desencarnadas, causando sérios prejuízos aos habitantes do planeta. Por isso acreditamos ser preciso haver alternativas de atividades que estejam de acordo com os princípios doutrinários do Espiritismo.

As experiências anteriores têm demonstrado que os participantes dos encontros, sentem-se de tal forma identificados com a atmosfera espiritual proporcionado pelo ambiente, que ao regressarem às suas atividades cotidianas demonstram maior interesse pelo estudo da doutrina espírita e despertamento dos compromissos consigo mesmo, com o próximo e com Deus.

Justificativa:

  1. Atender a necessidade de levar ao Movimento espírita um trabalho voltado aos pais dos jovens que frequentavam a COMEERJ com o objetivo de facilitar a compreensão familiar acerca de um mesmo estudo doutrinário proposto,

  2. Ampliar e divulgar o trabalho doutrinário voltado para a família,

  3. Atender, divulgar e dar continuidade a proposta da FEB realizada, á nível nacional, da Campanha “Viver em Família” e

  4. Atender a proposta espiritual apresentada por Dr. Bezerra de Menezes no livro Nas Fronteiras da Loucura, quando nos fala da necessidade das Casas Espíritas estarem abertas no período de carnaval.

A seguir, a transcrição da mensagem:

Apontamentos Necessários 1

Está surgindo uma corrente – atendeu-me com o esclarecimento que eu desejava – em nossos arraiais doutrinários, que vem apresentando inovações, apoiando-me em teses com que defendem os seus pontos de vistas, cuja respeitabilidade não discutimos, mas com os quais não concordamos. Alguns afirmam a necessidade de cerrar-se as

portas das Sociedades Espíritas, nos meses primeiros do ano sob a alegação de férias coletivas, palavra que aqui não tem qualquer sentido positivo ou útil, já que o trabalho para nós tem primazia, no próprio conceito do Mestre, quando afirma: “Meu Pai até hoje trabalha e eu também trabalho”. 2 Certamente que o repouso é uma necessidade e se faz normal que muitos companheiros, por motivos óbvios, procurem o refazimento em férias e recreações Sempre haverá, no entanto, aqueles que permanecem e podem prosseguir sustentando, pelo menos, algumas atividades na Casa Espírita, que deve permanecer oferecendo ajuda e esclarecimento, educando almas pela divulgação dos princípios e conceitos doutrinários com vivência da caridade.

“Um outro grupo advoga ser imprescindível fechar-se a Instituição Espírita nos dias de carnaval e de festas populares outras, por causa das vibrações negativas, para evitar-se perturbações de pessoas alcoolizadas ou vândalos que se aproveitem dessas ocasiões para promoverem desordens.”

A Sociedade Espírita que se sustenta na realização dos postulados que apregoa, tem estruturas que a defendem, de um como do outro lado da vida. Depois, cumpre aos dirigentes tomar providências, mediante maior vigilância em tais ocasiões, que impeçam a intromissão de desordeiros ou doentes sem condição de ali permanecer. Acautelar-se, em exagero, do mal, é duvidar da ação do bem; temer agir corretamente, constitui ceder o campo à insânia. Nestes dias, nos quais são maiores e mais freqüentes os infortúnios, os insucessos, os sofrimentos, é que se deve estar a postos no lar da caridade, a fim de poder-se ministrar socorro. Por fim, quanto às vibrações serem mais perniciosas em dias deste porte, não há dúvida. A providência a ser tomada deve constituir-se de reforço de valor e de energias salutares para enfrentar-se a situação.

Como tudo começou?

Tudo começou em 1976 com o 1º Encontro de Casais organizado e coordenado por uma equipe de trabalhadores do bairro de Bangu no Município do Rio de Janeiro.

A partir de 1977 o evento passou a ser realizado no município de Angra dos Réis - RJ com o nome de “Confraternização de Casais Espíritas em Angra dos Reis” - CCEAR e assim se solidificou acontecendo, de forma ininterrupta, até 1991.

Em 1989 por ocasião da proposta da FEB da realização, á nível nacional, da Campanha “Viver em Família”, companheiros do antigo DIJ da USEERJ se reuniram para estruturarem um evento voltado especificamente para a família a ser realizado em conjunto com a COMEERJ.

A idéia genial de um “Encontro da Família” foi desenvolvida tendo um tema único para os dois eventos e a infra-estrutura, por estar pronta, também foi partilhada.

Por se tratar da família, os objetivos específicos, a metodologia a ser aplicada, os enfoques e as ações estavam voltados para as questões familiares.

Os integrantes das famílias não dormiam no local e podiam levar os filhos pequenos que ficavam no grupo dos pequenos companheiros. Este procedimento, em particular, não deu certo, pois quando a criança começava a se adaptar, os pais iam para casa, ou não voltavam no dia seguinte, ou deixavam as crianças dormindo em casa.

Assim, surgiu a idéia de se usar outros espaços: Casa Espírita, Escolas, que necessariamente, não estavam vinculados ao Pólo de COMEERJ e, então, o encontro passou a acontecer dentro e fora dos Pólos de COMEERJ.

O público alvo eram os pais dos jovens que estavam na COMEERJ ou não.

O primeiro encontro aconteceu no ano de 1990, e foi desenvolvido com muita música, criatividade, bom humor e muito estudo desenvolvido através de dinâmicas de grupo. O encontro contou com o apoio de uma taxa de contribuição para lanches ou almoço que seria abolida sempre que alguém não pudesse contribuir.

Era comum convidarem-se oradores e/ou dinamizadores para o desenvolvimento do tema em suas diversas expressões.

Dando continuidade às idéias iniciais, procurou-se abrir espaços para a realização dos Encontros da Família e, assim, foram convidadas várias pessoas de diversas Casas Espíritas para organizar o evento que aconteceria no período de carnaval.

Desta forma, a partir do ano de 1993, acontece o 1º encontro com a denominação de “Encontro Estadual da Família Espírita – ENEFE” consagrando o feriado de carnaval como período de realização.

No mesmo ano de criação do ENEFE em 06 de novembro, a Federação Espírita Brasileira - FEB lançou, a nível nacional, a Campanha “Viver em Família”, cujo lançamento no Estado do Rio de Janeiro aconteceu, simultaneamente, em vários municípios além da capital.

Os municípios participantes utilizaram uma mesma programação e um mesmo horário para o lançamento da campanha.

Os trabalhadores do ENEFE visualizaram na formatação da campanha, toda a estrutura de realização do evento e assim, passam a divulgá-lo intensamente e incorpor ao encontro o seu logo - tipo.

A campanha que deveria ocorrer durante o ano de 1994 em comemoração ao Ano Internacional da Família, passou a ser divulgada permanentemente através do ENEFE que manteve, na integra, os seus objetivos voltados para o trabalho com a família.

O ENEFE tem por :

  • Visão:

“Que a família se reconheça como núcleo educativo de espíritos reencarnantes”.

  • Missão:

“Fortalecer a família com base nos ensinamentos da Doutrina Espírita, para que ela se veja como agente de mudança junto aos espíritos que lhe estão vinculados a fim de alcançarem a felicidade na comunhão com Deus”.

  • Objetivos :

  1. Oferecer aos participantes condições que os levem:

a) à valorização do estudo sistemático da Doutrina espírita primando pela atividades pedagógico-educacionais;

b) à sensibilização para a vivência dos ensinamentos cristãos, consigo mesmo, perante a família, a instituição Espírita e a Sociedade, com vistas a Missão Espiritual do Brasil.

2)Intensificar a Unificação do Movimento Espírita Infanto-Juvenil e da Família Espírita do Estado do Rio de Janeiro.

3) Reafirmar e destacar a importante função educadora e regeneradora da família.

A quem se destina?

  1. A espíritas e freqüentadores vinculados a uma Instituição Espírita, interessado no trabalho com a família.

  2. Aos pais e responsáveis por jovens e crianças que participam do Departamento de Infância e Juventude de uma Instituição Espírita.

  3. Aos Pequenos Companheiros: crianças até 12 anos acompanhadas de responsável participante do evento. Devendo participar de programação previamente elaborada em consonância com o Tema Central.

Cumpre esclarecer, que os jovens que possuam mais de 12 anos somente participam do ENEFE se não estiverem dentro dos pré-requisitos exigidos para freqüentarem a COMEERJ. Caso contrário, a coordenação do núcleo os encaminha, com a autorização dos responsáveis e através da evangelização infanto- juvenil da Casa Espírita que frequente, a Coordenação de um dos polos da COMEERJ.

“Não basta, pois, evangelizar as crianças nas instituições espíritas. É imprescindível que essa educação alcance, também, os genitores ou responsáveis. (...) Cuidar da criança - esquecendo os pais da criança - parece-nos esforço incompleto.”

(Martins Peralva - Estudando o Evangelho, cap. ”A primeira escola”)

Quem coordena?

O ENEFE é coordenado por meio de uma coordenação geral vinculada ao Serviço de Evangelização da Família (SEF) da Área de Educação Espírita (AREE) do CEERJ. Conta, primordialmente, com a participação dos Conselhos Espíritas de Unificação (CEU), os quais congregam os trabalhadores de várias Casas Espíritas de suas regiões, na elaboração e realização do encontro.

As atribuições da coordenadoria do ENEFE são as seguintes:

FUNÇÃO OBJETIVO COMO?
Coordenação Geral Manter uma unidade de princípios nas ações desenvolvidas pelos Coordenadores gerais e de núcleos que favoreçam a construção, realização e a continuidade do trabalho desenvolvido pelo ENEFE. 1 - Orientando as ações pertinentes ao desenvolvimento do ENEFE em comum acordo com o SEF da AREE, a fim de atender as diretrizes e os objetivos estratégicos do CEERJ. 2 - Interligando os núcleos ao trabalho desenvolvido e à Federativa.
Coordenador dos Encontros de Família Promover, incentivar e acompanhar os núcleos na realização dos Encontros de Família anuais em consonância com os critérios estabelecidos nas Diretrizes ENEFE/CEERJ ressaltando a necessidade da permanência do trabalho voltado para a família. 1 - Orientando as ações em comum acordo com a Direção Geral do ENEFE, a fim de atender as diretrizes e os objetivos estratégicos do CEERJ. 2 - Verificando quais as regiões onde acontece o ENEFE e que ainda não há encontros de família e incentivar o(s) núcleo(s) da região a fazer(em) o encontro; 3- Mantendo uma relação atualizada dos núcleos que fazem o encontro, com a data, local, horário e nome do responsável pelo núcleo; 4 - Solicitando o envio pelos núcleos dos cartazes na época da realização do encontro e fazer a divulgação junto a AREE e ao Movimento Espírita; 5 - Fazendo um relatório atualizado dos encontros realizados que deverá ser apresentado à direção geral de dois em dois meses a começar pelo mês de junho.
Coordenador da infância e juventude Incentivar, orientar e acompanhar as atividades desenvolvidas pelos núcleos para a infância e a juventude de acordo com as Diretrizes ENEFE/CEERJ. 1 – Orientando as ações em comum acordo com a Direção Geral do ENEFE, a fim de atender as diretrizes e os objetivos estratégicos do CEERJ. 2 - Verificando quantos núcleos tem atividades com a infância e a juventude; 3 – Chamando os coordenadores da infância e juventude dos núcleos para os encontros de coordenação do ENEFE que acontecem no CEERJ; 4 - Verificando as necessidades dos núcleos na elaboração do material; 5 - acompanhando a elaboração e divulgação do material a ser compartilhado 6 - Apresentando sugestões de atividades.
Coordenador de Arte e Música Desenvolver junto aos coordenadores de núcleos a prática do uso da música e da arte espíritas na elaboração e realização do ENEFE de acordo com as Diretrizes ENEFE/CEERJ. 1 – Orientando as ações em comum acordo com a Direção Geral do ENEFE, a fim de atender as diretrizes e os objetivos estratégicos do CEERJ. 2 – Criando um álbum de músicas espíritas que tratem do tema em trabalho. Cada mês um coordenador será responsável pela música ambiente; 3- Apresentando sugestões de atividades artísticas que tratem do tema (teatro, esquete, jogral, pintura, etc)
Coordenador da Divulgação Divulgar o trabalho da família realizado pelo ENEFE por todos os meios lícitos de comunicação, de forma compatível com os princípios doutrinários, adequando a metodologia e o veículo de comunicação utilizado aos diferentes públicos a que se destina, de conformidade com o nível cultural, social, econômico e faixa etária. 1 - Orientando as ações em comum acordo com a Direção Geral do ENEFE, a fim de atender as diretrizes e os objetivos estratégicos do CEERJ. 2 – Mantendo todos os meios de comunicação utilizados pelo ENEFE para sua divulgação, atualizados com:
  • notícias sobre encontros de família;
  • cursos voltados para capacitação de trabalhadores da família e interessados na tarefa;
  • notícias sobre o ENEFE;
3- Criando cartazes que divulguem as ações realizadas pelo ENEFE (encontros, capacitações, etc) 4- Mantendo atualizada a rede de comunicação – Google Drive (resultados das capacitações, palestras realizadas, contribuições dos coordenadores, etc)
Coordenador dos Trabalhos de Campo Ampliar a área de abrangência do Encontro através dos CEU. 1 – Orientando as ações em comum acordo com a Direção Geral do ENEFE, a fim de atender as diretrizes e os objetivos estratégicos do CEERJ. 2 – Adotando para trabalho uma área de ação, em comum acordo com a Coordenação Geral do ENEFE, a fim de atender as diretrizes e os objetivos estratégicos do CEERJ; 3 – Participando das reuniões com a coordenação geral do evento no CEERJ; 4- Conhecendo a sua área de ação; 5 – Mantendo estreitos contatos com todos os CEU de sua responsabilidade divulgando o evento e dando apoio, quando necessário, para a criação de novos núcleos; 6 – Estabelecendo uma estratégia local junto aos CEU para a ampliação do evento; 7 – Coordenando as reuniões de núcleos de ENEFE de sua área de ação; 8 – Ampliando a divulgação das atividades do ENEFE em sua área de ação. Obs:Estes coordenadores deverão fazer parte da coordenação de um núcleo já estabelecido a pelo menos dois anos e serem tarefeiros atuantes no Movimento Espírita de suas regiões.

Quem realiza?

A realização do evento está a cargo da AREE/CEERJ e da coordenação do CEU em cuja região for criado o núcleo. O planejamento e execução ficam a cargo dos núcleos, isto é, dos grupos de trabalhadores envolvidos na implantação do evento e poderão pertencer a uma única Casa Espírita ou, preferencialmente, a várias Casas Espíritas que compõem o mesmo CEU.

O local de realização deverá ser uma das Casas Espíritas envolvidas ou um Pólo de COMEERJ da região.

A medida que o evento for crescendo novos trabalhadores serão incorporados, oportunizando o crescimento do trabalho e abrindo espaços para novas realizações na região em que ocorrer.

A organização

A organização do evento é simples, começa com a participação dos coordenadores dos núcleos junto aos coordenadores de Pólos de COMEERJ na escolha do tema central que servirá de base na elaboração dos roteiros de estudos que irão orientar a formatação dos trabalhos que serão desenvolvidos. A partir do tema, os coordenadores do ENEFE se reúnem para elaborar o objetivo geral do evento focado para a temática família e, também, a divisão do trabalho em módulos e seus objetivos específicos, dando ao evento uma distribuição lógica e seqüencial.

Esta organização inicial visa a integração e a colaboração de todos os coordenadores na construção do ENEFE, ressaltando-lhe a característica fundamental de cooperação entre-grupos.

Uma lista de atribuições foi criada para que, a medida que as equipes forem se extruturando, possam se orientar na realizaçào do trabalho.

PROPOSTA DE EQUIPES

NECESSÁRIAS PARA A REALIZAÇÃO DO ENEFE

1. Coordenação

  • Manter contato constante com as outras equipes;

  • Prover necessidades das equipes;

  • Participar e atender ao cronograma traçado;

  • Manter contato com equipe ENEFE/CEU informando quanto à realização do evento;

  • Manter contacto constante e participar das reuniões mensais com a equipe ENEFE/CEERJ;

  • Cuidar para que a programação e o roteiro de estudos estabelecidos pelo grupo, sejam mantidos durante o evento;

  • Realizar, junto com a equipe, a avaliação do evento;

  • Enviar avaliação e a programação com os roteiros de estudo para a coordenação/CEERJ;

  • Outras providências que se fizerem necessárias.

2. Equipe de estudos ( elaboração e apresentação do tema)

  • Marcar reuniões de preparação;

  • Estudar o tema sempre focando a família;

  • Desenvolver o tema oportunizando, ao máximo, as sugestões da cada membro do grupo;

  • Procurar atender, através do estudo, a clientela dentro de suas necessidades específicas;

  • Elaborar o estudo trazendo para o cotidiano as lições a fim de atender às necessidades do momento apresentadas pela sociedade;

  • Desenvolver, sempre que possível, o tema através de dinâmicas que facilitem o entrosamento entre os confraternistas e as equipes;

  • Avaliar constantemente o material elaborado para que os objetivos sejam alcançados;

  • Manter um clima de alegria, entusiasmo e colaboração;

  • Valorizar a participação do confraternista;

  • Não esquecer para quem a tarefa está sendo realizada.

3. Equipe de divulgação

  • Preparar cartaz do evento e enviar por e-mail para todas as casas espíritas do CEU correspondente;

  • Visitar as casas espíritas em dias de reuniões públicas e as reuniões do CEU a fim de fazer a divulgação;

  • Aproveitar as visitas às casa espíritas e pedir um espaço para que sejam colocados os cartazes com a divulgação do evento; motivando o comparecimento das pessoas;

  • Contactar a mídia local (jornal, rádio, etc).

4. Equipe de recepção e secretaria

  • Confeccionar cartaz de boas vindas;

  • Preparar local e mesa para a recepção na entrada do centro;

  • Verificar acomodações para todos;

  • Providenciar livro de presença;

  • Preencher, se necessário, fichas de inscrição para os confraternistas que se inscreverem na hora;

  • Confeccionar e distribuir crachás;

  • Dar as boas vindas em nome da casa espírita e do evento;

  • Orientar quanto ao local onde ocorrerá o evento;

5. Equipe do lanche

  • Confeccionar relação do que será servido no lanche;

  • Verificar a possibilidades de doações de bolos, biscoitos, refrescos, pães e outras guloseimas para o lanche;

  • Fazer as compras do que faltar para o lanche;

  • Preparar o local e a mesa onde será servido o lanche;

  • Deixar a cozinha arrumada após o lanche.

REUNIÕES DE QUALIFICAÇÃO DOS COORDENADORES

Todo o quarto sábado do mês, a partir do mês de agosto, os coordenadores de núcleos se reúnem no CEERJ com o objetivo de elaborarem, em conjunto, o encontro. Nestas reuniões os trabalhadores têm a possibilidade da troca e, os que por ventura apresentarem dificuldade de entendimento ou de desenvolvimento do tema central, encontram nos companheiros, através do material apresentado por cada um, estímulo e solução para as suas dúvidas.

Por ser uma reunião voltada para o estudo e o desenvolvimento do tema, atua como reunião de capacitação continuada dos trabalhadores, tornando-os aptos à tarefa e agentes multiplicadores do trabalho com a família em suas regiões.

Diretrizes metodológicas

A metodologia utilizada no ENEFE está fundamentada na pedagogia de Jesus e embasada na aplicação teórico-prático da Doutrina Espírita. É desenvolvida através de estudos dinâmicos que possibilitem aos membros das famílias que estarão presentes ao evento, perceberem a si e aos seus familiares como figuras fundamentais dentro de um processo de evolução coletiva que ocupam, simultaneamente, um espaço de convivência chamado de lar.

Para o alcance dos objetivos traçados, a metodologia deverá ser desenvolvida de acordo com o perfil dos participantes de cada núcleo, facilitando- lhes o entendimento proporcionado pelo Espiritismo, em suas lides diárias.

Que conteúdos são trabalhados?

Os conteúdos a serem trabalhados, devem estar, prioritariamente, embasados no pentateuco e nas obras doutrinárias complementares que abordam a temática família. Podem e devem ser usadas outras obras que sirvam de apoio, desde que estejam em consonância com os postulados espíritas.

O conteúdo deverá ser escolhido de forma a possibilitar a todos os interessados, o conhecimento da verdadeira função da família - a de educadora e fonte de regeneração do espírito encarnado na Terra.

O ENEFE e a Unificação

O ENEFE por ter uma característica peculiar – formação continuada de trabalhadores - agrupa em torno de si uma equipe que o desenvolve não somente no período de carnaval, mas durante todo o ano em várias regiões do Rio de Janeiro através dos Encontros de Família.

Por esta razão, o encontro se tornou um marco na divulgação do trabalho junto às famílias. Através dele, várias Casas Espíritas experimentam, aceitam e criam os Grupos de Pais que, durante o decorrer do ano, estudam temas direcionado especificamente à família à luz da Doutrina Espírita.

Vantagens :

  1. Trabalha agregando trabalhadores de várias Casas Espíritas,

  2. Recebe a contribuição de vários companheiros espíritas, como expositores e outros dinamizadores de diversas localidades do Estado, que se disponibilizam em cooperar na realização do trabalho,

  3. Contribui para que, durante os dias de realização, o Estado do Rio de Janeiro esteja mergulhado num clima de comunhão de pensamentos em torno da Doutrina Espírita e da família ao amparo dos Espíritos superiores.

Diante do exposto, metas foram organizadas, objetivando dar cumprimento aos objetivos traçados pelo ENEFE.

  1. Implantação e Ampliação de Núcleos de ENEFE

  1. Metas a alcançar Curto prazo (2009 a 2017)

- Manter pelo menos um núcleo de ENEFE em cada CEU do Estado que ainda não participa do evento.

  • Promover, pelo menos, um Encontro de Família anual em 50% das Casas Espíritas que realizam o ENEFE.

  • Estabelecer um Coordenador por área REUNIR.

  1. Metas a alcançar Médio prazo (2017 a 2025)

- Manter pelo menos um núcleo em todos os Municípios do Estado.

- Efetivar, no Município do Rio de Janeiro, pelo menos um núcleo nos bairros que tenham IE.

  • Promover, pelo menos, um Encontro de Família anual em 80% das Casas Espíritas que realizam o ENEFE.

  1. Metas a alcançar Longo Prazo (2025 a 2032)

- Criação, em todas as Casas Espíritas, de um núcleo de ENEFE.

- Promover, pelo menos, um Encontro de Família anual em todas as Casas Espíritas que realizam o ENEFE.

  1. Estratégias de Ação

- Ampliar a área de abrangência do Encontro por meio dos CEU.

- Estabelecer Trabalhadores de Campo junto aos REUNIR e junto aos CEU, ampliando a coordenação dos trabalhos desenvolvidos pelos grupos de ENEFE sob a coordenação geral do evento no CEERJ. Estes coordenadores deverão fazer parte da coordenação de um núcleo já estabelecido a pelo menos dois anos e serem tarefeiros atuantes no Movimento Espírita que, efetivamente, participem das reuniões do Serviço de Evangelização da Família da Área de Educação Espírita, seja no CEERJ, seja no CEU.

- Promover os Encontros de Família anuais nas Casas Espíritas que realizam o ENEFE, visando a divulgação do encontro, ressaltando a permanência do trabalho voltado para a família.

f. Trabalhadores de Campo

Caberá aos Trabalhadores de Campo:

  • Participar das reuniões com a coordenação geral do evento no CEERJ;

  • Conhecer a sua área de ação;

  • Manter estreitos contatos com todos os CEU de sua responsabilidade, divulgando o evento e dando apoio, quando necessário, para a criação de novos núcleos;

  • Fazer levantamento das Casas espíritas que já fazem encontros voltados para a família, mas não conhecem o ENEFE e apresentar a proposta;

  • Estabelecer uma estratégia local junto aos CEU para a ampliação do evento;

  • Coordenar as reuniões de núcleos de ENEFE de sua área de ação;

  • Ampliar a divulgação das atividades do ENEFE em sua área de ação.

g. Monitoramento e Avaliação

Os Trabalhadores de Campo reunir-se-ão, periodicamente, com a coordenação geral, objetivando:

  • Avaliar as ações implementadas e o alcance das metas estipuladas;

  • Identificar possíveis dificuldades que venham a surgir no decorrer da tarefa;

  • Buscar soluções que viabilizem a continuidade da tarefa;

  • Apresentar, periodicamente, relatórios à Coordenação geral do ENEFE da Área de Educação Espírita do CEERJ.

Apresentamos alguns roteiros utilizados por alguns núcleos no desenvolvimento do trabalho em épocas diferentes. O Objetivo é proporcionar aos interessados na implantação do ENEFE, maior visibilidade e entendimento do trabalho.

XXI ENEFE / 2015

NÚCLEO BOTAFOGO I

TEMA: “Caridade, sublime virtude para a felicidade”

Objetivo Geral: “Compreender que através da vivência da caridade na família e na sociedade, pode-se, desde já, construir a felicidade”.

Dia 14/02/15 - Sábado (A compreensão).

Módulo I: “Transformação Moral”.

Objetivo específico: Compreender a caridade como remédio das aflições da alma, transformando velhos hábitos.

08:30/09:00 - Recepção. Boas vindas e distribuição dos crachás. (Gilmar e Alcinéia).

- Músicas e ppts.

09:00/09:30 - Leitura da página: “Caridade Essencial” - Livro: Vinha de Luz - Emmanuel/Chico Xavier, cap. 110 (Confraternista) .

- Prece Inicial (Diretoria).

- Apresentação do Evento: ENEFE / COMEERJ. Tema e módulos (ppt) (Ângela).

- Preces vibracionais pelos familiares e amigos – pote em cima da mesa com papéis (Júlio/Francisco) - Música de São Francisco de Assis.

- Prece pelos núcleos do ENEFE. Os participantes colocam as casas representantes dos núcleos no quadro (Alcinéia).

9:30/9:45 - Dinâmica de apresentação: “O que te faz feliz”- Música Clarice Falcão (Ângela).

Cada participante se apresenta e diz o que o faz feliz, em uma frase.

9:45/10:30 - Dinâmica do cartão - “Missão dos Espíritos” (Gilmar).

Distribuir sobre a mesa, cartões com gravuras diversas. Cada participante escolhe um cartão e responde às perguntas que estão no verso. Não é necessário assinar.

1- minhas preocupações em relação a mim mesmo no momento são ...

2- minhas dificuldades em relação às outras pessoas são...

Devolvê-lo à mesa e escolher outro com a imagem diferente da sua. Ler as respostas e a mensagem “Missão dos Espíritos”, escrevendo uma mensagem para o autor do cartão, assinando ou não. Recolocá-lo na mesa, onde cada um procura o seu cartão e busca o autor da sua resposta, para um abraço.

Fechamento e vídeo da música: “Dentro de um abraço” – J Quest (3:50min).

10:30/11:05 - Lanche (será servido no salão) e sorteio de livros. Vídeo: “A Caridade e a Gratidão” (3:02min).

11:05/12:40 - Dinâmica: “Abrindo a janela de seu coração” (Soraia).

  • Conversar com o grupão, perguntando se eles têm noção, se conhecem, que sentimentos ou valores moram nos seus corações.

  • Apresentar a pirâmide de Maslow e pedir que se avaliem de acordo com os diferentes aspectos, distribuindo os papéis para preencherem, que não precisarão devolver.

  • Onde está seu coração em relação à vivência no espaço familiar?

Níveis Ótimo Bom Razoável
Fisiologia      
Segurança      
Relacionamento      
Estima      
Realização Pessoal      
  • Conversar sobre as diferenças entre os membros do grupo em relação aos comportamentos na família.

  • Constatar como todos nós na família somos espíritos que estamos em busca de nós mesmos.

  • Reflexão: Fora da caridade não há salvação.

Trabalhar com o grupo as perguntas abaixo:

  • O que é caridade?

  • Como fazer da família o primeiro espaço de aprendizagem da caridade?

  • Como ser caridoso com os familiares?

  • Como ser caridoso conosco mesmo?

  • Ouvir a conclusão dos grupos e distribuir corações com dobradura de janelas nas cores da pirâmide (vermelho, laranja, amarelo, verde, lilás), pedindo que cada um escreva uma ação em família, no nível que esteja precisando trabalhar. Os corações serão presos num mural e depois cada um levará o(s) seu(s) para casa.

Fechamento.

12:40/12:50 - Esquete: QUAL A NOSSA ATITUDE ? (Versão moderna do Óbulo da Viúva)

NARRADOR: Num asilo chega um homem e fala ao responsável do asilo:

HOMEM 1 - Bom dia amigo!

RESPONSÁVEL - Bom dia! Em que posso ajudar?

H. - Eu trouxe uma ajuda em dinheiro para as crianças do asilo.

R. - Fico muito grato, toda ajuda é sempre bem vinda!

H. - Então aqui está o cheque. (Entrega o cheque) Pode depositá-lo quando quiser.

R. - Muito obrigado, é uma ótima quantia. O senhor gostaria de visitar as nossas crianças?

Talvez até de brincar um pouco com elas?

H. - Não, na verdade estou com muita pressa. Tenho que ir. Tchau!

R. - Tchau! E muito obrigado mais uma vez.

NARRADOR - O homem se afasta, pensando alto:

HOMEM - Dar dinheiro tudo bem, mas não quero brincadeira com essas crianças que são muito bagunceiras. Que chato, a gente quer ajudar e logo querem abusar da nossa boa vontade!

NARRADOR - E o homem se foi, envolvido nos seus pensamentos e preocupado com o seu dia a dia. Algum tempo depois, chega um outro homem no mesmo local:

HOMEM 2 – Bom Dia!

RESPONSÁVEL - Bom dia, meu irmão! Em que posso ajudar?

H2- Eu tenho aí fora o meu funcionário com alguns mantimentos e roupas para serem doados para esta Instituição, posso pedir para ele trazer as coisas?

R - Sim, meu amigo, por favor. Nós precisamos de toda a ajuda disponível, pois nossa casa é muito humilde e dependemos de doações. O senhor quer visitar nossa casa e brincar um pouco com nossas crianças?

H2 - Não amigo, só vim trazer as doações. Vou pedir ao meu funcionário que traga os mantimentos e as roupas. Tenho que ir, tenho muita pressa. Adeus!

R - Até logo, amigo. Vá com Deus e muito obrigado por sua ajuda.

NARRADOR - O homem foi embora apressadamente enquanto seu funcionário ia descarregando as doações. No caminho, ia resmungando palavras de desprezo para com as crianças carentes.

HOMEM 2 - Não suporto estas crianças miseráveis, só trago doações porque a minha esposa me pede, por mim poderiam morrer de fome e seria um peso a menos para a sociedade.

NARRADOR - Passando mais algum tempo chega ao local uma humilde mulher com um pequeno pacote nas mãos.

MULHER - Bom dia!

RESPONSÁVEL - Bom dia minha irmã! Posso ajudar?

M - Eu gostaria de trazer mais alguma coisa, mas realmente não posso fazê-lo.

R. - Não se preocupe, Deus vai retribuir por qualquer ajuda que a senhora der a quem quer que seja. Por falar em ajuda, estamos quase na hora do almoço das nossas crianças, a senhora teria algum tempo para nos ajudar com a tarefa da alimentação dos nossos irmãozinhos? Poderia aproveitar e almoçar conosco.

M. - Tenho um tempo sim, meu amigo. É com muita alegria que ajudarei a dar o almoço dos companheiros, porque eu adoro crianças e idosos. Elas nos transmitem muita alegria e são muito inteligentes e os idosos compartilham suas experiências de vida. Sim vou ficar e ajudar vocês, e tenho certeza que eu aprenderei a não mais valorizar tanto as minhas aflições e dificuldades.

R. - Deus te abençoe, minha filha. Vamos, venha que eu vou te apresentar nossos irmãozinhos que estão começando a vida, eles vão gostar de uma visita tão amorosa. Venha!

NARRADOR - Ambos entraram para cuidar dos idosos e das crianças, e a visitante passou um dia gratificante ao lado de pessoas tão carentes de afeto, e resolveu que seria voluntária do orfanato.

Comentários sobre os diversos personagens:

Todos praticaram a caridade?

  • Com qual dos três personagens nos identificamos melhor?

  • Qual a nossa atitude perante os irmãos necessitados (material//e moralm//) que encontramos em nossa caminhada terrena?

12:50/13:00 - Músicas; Avaliação e Prece final.

Dia 15/02/15 - Domingo (A Busca).

Módulo II: “Obreiros do Cristo”.

Objetivo específico: Buscar sermos obreiros ativos do Cristo, para que a Árvore do Evangelho frutifique na família e na sociedade.

08:30/09:00 - Recepção. Boas vindas e distribuição dos crachás (Regina e Alcinéia).

- Músicas e ppts.

09:00/09:15 - Leitura da página: “A Felicidade na Terra”- Livro: Jesus no Lar- Néio Lucio/Chico Xavier.

- Prece Inicial.

- Apresentação do Evento: ENEFE / COMEERJ. Tema e módulos (ppt) (Ângela).

09:15/10:30 - Estudo do Texto: “Sr. Cardon” do livro Céu e Inferno – Kardec (Genilson).

Resumo do texto CARDON, O MÉDICO .

Havendo previsto o dia de seu falecimento, chegado o momento, o Sr. Cardon, que exercia a modesta profissão de médico de roça, reuniu a família, para dizer-lhe o último adeus. Quando parecia que ele estava morto, minutos depois, o doente reabriu os olhos, tomou radiante expressão de beatitude e exclamou: “Oh! meus filhos. Belo, sublime! Oh! A morte, que benefício, que coisa suave! Morto, senti minha alma elevar-se bem alta, porém Deus me permitiu voltasse, para poder dizer-lhes: “Não lamentem a minha morte, que é a libertação”. Em seguida, prosseguiu: “Oh! meus filhos comportem-se sempre de modo a merecer esta inefável felicidade reservada aos homens de bem; vivam de conformidade com os preceitos da caridade; daquilo que tiverem, deem sempre uma parte aos necessitados. Minha querida mulher, deixo-a numa posição pouco lisonjeira; temos dívidas a receber, mas eu a conjuro a não atormentar os nossos devedores; se estiverem em apuros, espere que possam pagar; e aos que não o puderem fazer, perdoe-lhes, Deus a recompensará”. Finda a breve mensagem aos familiares, os olhos do médico cerraram-se para sempre. (Segunda Parte, cap. III, Livro Céu e Inferno - Cardon, o médico.)

Obs.: Tanto Dr.Cardon como todos de sua família não acreditavam na vida após a morte e, por mérito, fora concedido a Dr.Cardon que desse este indicativo à sua amada família, a fim não somente de consolá-los, como também fortalecê-los diante das dificuldades que haveriam de enfrentar.

1. Beatitude - bem-estar extremo.

2. Inefável - beleza; indescritível.

3. Conjuro - pedido insistente; súplica.

Trabalho em Grupo:

*O que mais chama sua atenção no texto?

*Que papel, nós espíritas, temos desempenhado dentro de nossa família?

* Como estamos desenvolvendo nossas atividades dentro da família?

* Qual é a participação da família no processo ensino/aprendizagem?

* Estabeleça um paralelo entre a forma que você vem atuando e como deve passar a atuar, a partir deste estudo.

Apresentação dos grupos.

Fechamento.

10:30/11:10 - Lanche e sorteio de livros. Vídeo: “Valorize seu pai” (7:30min).

11:10/11:30 - Dinâmica do Presente (Leila).

Uma caixa de bombom embrulhada com vários papéis de presentes. Inicia-se com o facilitador, que “elege” uma pessoa, dedicando-lhe uma qualidade, através do presente. Este recebe o presente e passa para o outro, com a mesma dedicatória (outra qualidade), até todos receberem o presente ou até acabarem as qualidades.

O facilitador começa: para você, que é ALEGRE, distribua essa sua ALEGRIA, para um amigo do encontro, que seja muito SORRIDENTE.

Você que é SORRIDENTE, que tal dar este presente para um amigo que seja ATENCIOSO?

Você que é ATENCIOSO, não gostaria de aproveitar e demonstrar a sua atenção, distribuindo este presente a um amigo que seja PARTICIPATIVO?

Você que é PARTICIPATIVO, nada mais justo que passe este presente para o companheiro que é mais TÍMIDO.

Agora você que é mais TÍMIDO, terá a tarefa de distribuir este presente com todos os companheiros aqui presentes.

11:30/11:40 - Oficinas. Deslocar o grupo em 3 atividades, onde terão que montar: Música, Poesia ou Teatro e Prece (Renata).

11:40/12:15 - Elaboração dos trabalhos.

12:15/12:45 - Apresentação dos grupos.

12:45/13:00 - Músicas, Avaliação e prece final.

Dia 16/05/2015 – A ação

Módulo III – “A Caridade em ação”.

Objetivo específico: Viver à disposição do Cristo, fortalecendo a afetividade e as virtudes em nossas relações na família e na sociedade.

Avante ao novo mundo, rumo à felicidade.

08:30/09:00 - Recepção. Boas vindas e distribuição dos crachás (Regina e Alcinéia).

- Músicas e ppts.

09:00/09:15 -“A Felicidade na Terra” – Livro: Na Era do Espírito - Chico Xavier e Herculano Pires.

- Prece Inicial.

- Apresentação do Evento: ENEFE / COMEERJ. Tema e módulos. (ppt) (Ângela)

09:15/10:30 - Estudo em Grupo dos textos: “O Bom Samaritano”; “Infortúnios Ocultos”; “Zaqueu” e “A Caridade Desconhecida” (Mariede)

PARÁBOLA DO BOM SAMARITANO

Então um doutor da lei, se levantando, disse-Lhe para tentá-Lo: Mestre, o que devo fazer para possuir a vida eterna? Jesus lhe respondeu: O que está escrito na lei? Como lês? Ele Lhe respondeu: Amareis ao Senhor vosso Deus de todo o vosso coração, de toda a vossa alma, de todas as vossas forças e de todo o vosso Espírito, e vosso próximo como a vós mesmos. Jesus lhe disse: Respondestes muito bem; fazei isso e vivereis. Mas este homem, querendo justificar-se a si mesmo, disse a Jesus: E quem é meu próximo? E Jesus, tomando a palavra, lhe disse: Um homem que descia de Jerusalém a Jericó caiu nas mãos de ladrões, que o despojaram, cobriram-no de feridas e deixaram-no meio morto. E eis que de repente um sacerdote passava pelo mesmo caminho e que, tendo-o notado, passou bem longe. Um levita, que também vinha pelo mesmo lugar, vendo-o, também passou longe. Mas um samaritano que viajava, passando pelo lugar onde estava esse homem, e tendo-o visto, ficou tomado por compaixão. Aproximou-se então dele, passou azeite e vinho em suas feridas, e as enfaixou; e, pondo-o sobre seu cavalo, levou-o a uma estalagem e tomou conta dele. No dia seguinte, tirou duas moedas, que deu ao hospedeiro, e lhe disse: Cuidai bem deste homem, e tudo o que gastardes a mais, eu vos restituirei em minha volta. Qual destes três vos parece ter sido o próximo daquele que caiu nas mãos dos ladrões? O doutor Lhe respondeu: Aquele que usou de misericórdia para com ele. Ide, pois, lhe disse Jesus, e fazei o mesmo. (Lucas, 10:25 a 37)

OS INFORTÚNIOS OCULTOS

4. Nas grandes calamidades, a caridade se emociona e observam-se impulsos generosos, no sentido de reparar os desastres. Mas, a par desses desastres gerais, há milhares de desastres particulares, que passam despercebidos: os dos que jazem sobre um grabato sem se queixarem. Esses infortúnios discretos e ocultos são os que a verdadeira generosidade sabe descobrir, sem esperar que peçam assistência.

Quem é esta mulher de ar distinto, de traje tão simples, embora bem cuidado, e que traz em sua companhia uma mocinha tão modestamente vestida? Entra numa casa de sórdida aparência, onde sem dúvida é conhecida, pois que à entrada a saúdam respeitosamente. Aonde vai ela?

Sobe até a mansarda, onde jaz uma mãe de família cercada de crianças. À sua chegada, refulge a alegria naqueles rostos emagrecidos. É que ela vai acalmar ali todas as dores.

Traz o de que necessitam, condimentado de meigas e consoladoras palavras, que fazem que os seus protegidos, que não são profissionais da mendicância, aceitem o benefício, sem corar. O pai está no hospital e, enquanto lá permanece, a mãe não consegue com o seu trabalho prover as necessidades da família. Graças à boa senhora, aquelas pobres crianças não mais sentirão frio, nem fome; irão à escola agasalhadas e, para as menorzinhas, o leite não secará no seio que as amamenta. Se entre elas alguma adoece, não lhe repugnarão a ela, à boa dama, os cuidados materiais de que essa necessite. Dali vai ao hospital levar ao pai algum reconforto e tranquilizá-lo sobre a sorte da família. No canto da rua, uma carruagem a espera, verdadeiro armazém de tudo o que destina aos seus protegidos, que todos lhe recebem sucessivamente a visita. Não lhes pergunta qual a crença que professam, nem quais suas opiniões, pois considera como seus irmãos e filhos de Deus todos os homens. Terminado o seu giro, diz de si para consigo: Comecei bem o meu dia. Qual o seu nome? Onde mora?

Ninguém o sabe. Para os infelizes, é um nome que nada indica; mas é o anjo da consolação. À noite, um concerto de bênçãos se eleva em seu favor ao Pai celestial: católicos, judeus, protestantes, todos a bendizem.

Por que tão singelo traje? Para não insultar a miséria com o seu luxo. Por que se faz acompanhar da filha? Para que aprenda como se deve praticar a beneficência. A mocinha

também quer fazer a caridade. A mãe, porém, lhe diz: “Que podes dar, minha filha, quando nada tens de teu? Se eu te passar às mãos alguma coisa para que dês a outrem, qual será o teu mérito? Nesse caso, em realidade, serei eu quem faz a caridade; que merecimento terias nisso? Não é justo. Quando visitamos os doentes, tu me ajudas a tratá-los.

Ora, dispensar cuidados é dar alguma coisa. Não te parece bastante isso? Nada mais simples. Aprende a fazer obras úteis e confeccionarás roupas para essas criancinhas. Desse modo, darás alguma coisa que vem de ti.” É assim que aquela mãe verdadeiramente cristã prepara a filha para a prática das virtudes que o Cristo ensinou. É espírita ela? Que importa!

Em casa, é a mulher do mundo, porque a sua posição o exige. Ignoram, porém, o que faz, porque ela não deseja outra aprovação, além da de Deus e da sua consciência.

Certo dia, no entanto, imprevista circunstância leva-lhe a casa uma de suas protegidas, que andava a vender trabalhos executados por suas mãos. Esta última, ao vê-la, reconheceu nela a sua benfeitora. “Silêncio! ordena-lhe a senhora.

Não o digas a ninguém.” Falava assim Jesus.

ESE – Cap. XII – Não saiba vossa mão esquerda o que dê a vossa direita.

ZAQUEU

Jericó era um oásis, situada nos confins da Judéia e Peréia. Tradicionalmente conhecida como a cidade mais antiga da Terra, datando entre os milênios X e VII a.C. O clima suave e tépido era propício a que vicejassem as palmeiras. Era considerada um paraíso de delícias, com seus roseirais, extensas alamedas e fartos pomares. Várias fontes, devidamente canalizadas, levavam vida e opulência a todas as artérias da cidade. Sendo o mais importante centro comercial de Israel, ao tempo de Jesus, tinha Jericó uma alfândega muito movimentada. Como um grande empório do país, possuía inúmeras casas de câmbio, casas de vendas por atacado aos varejistas da região e depósitos de mercadorias. Ali morava um judeu, de nome Zaqueu, que arrematara em hasta pública a arrecadação dos tributos, tendo assinado um contrato com a autoridade romana pelo período de 5 anos. Além de conduzir os interesses da aduana, ele dirigia suas transações particulares, aumentando sua fortuna com sucessivos lucros. Desprezado pelos fariseus, por transigir com os romanos; invejado pelos saduceus, provocava a cólera dos zelotes, por considerarem ofensa aos brios de Israel pactuar com os agentes de César. É certo que os que mais impiedosa campanha lhe moviam eram os perdedores, os que haviam disputado a função de coletor de impostos e não a conseguiram.

Zaqueu e sua mulher viviam isolados da vida social de Jericó. Quando a grande casa de família se iluminava para as festas domésticas, a prataria desfilava, o perfume do nardo se misturava ao cheiro suave das flores e das frutas, enquanto uma orquestra enchia de sons claros as salas. Mas os convidados eram sempre e unicamente os funcionários da alfândega, os parentes de Zaqueu e um ou outro mercador. Nenhum homem importante da cidade, nem mesmo um escriba, frequentava-lhe a casa.

Enquanto acariciava os filhinhos, mais de uma vez, Zaqueu sentiu apertar-se-lhe o coração, imaginando o dia em que eles descobririam os motivos pelos quais lhes era proibido brincar com os filhos dos fariseus.

Zaqueu era extremamente rico, mas tinha uma consciência de inferioridade, face ao tratamento que recebia do seu povo. Até mesmo mendigos, a não ser que fossem estrangeiros, rejeitavam a sua oferta de moedas. Sua consciência lhe dizia que nunca prejudicara a ninguém, pois que procurava ser justo. Então, às vésperas da Páscoa, quando milhares de peregrinos passavam por Jericó, em direção a Jerusalém, numerosas pessoas trouxeram as notícias de que o Rabi da Galiléia, a quem chamavam esus de Nazaré, chegaria a cidade. Zaqueu já ouvira falar dEle e uma secreta simpatia o invadira. Aquele era o homem que dizia que todos deveriam se amar como irmãos, que comia à mesa dos publicanos e se misturava com o povo.

Ao cair da tarde, quando as casas comerciais fecharam suas portas, Zaqueu se dirigiu ao lar. Altos gritos, contudo, o fizeram dirigir-se à porta setentrional da cidade. Bartimeu, o conhecido cego, gritava a plenos pulmões que Jesus de Nazaré o curara. A multidão se precipitou para a estrada. Também Zaqueu.

De pequena estatura, gordo, com o ventre arredondado, as maçãs do rosto muito largas, pernas curtas, por mais se pusesse na ponta dos pés, não conseguia ver coisa alguma. A um homem que passava com um jumento, ofereceu moedas para lhe comprar o animal. Foi olhado com desdém. A um muito alto e encorpado, perguntou se poderia erguê-lo e o pagaria bem.

O israelita lhe respondeu que jamais serviria de alimária a um publicano.

E Zaqueu, no meio da multidão, foi sendo empurrado, pisado. Depois de algum tempo, conseguiu sair para a beira da estrada. Foi daí que viu um sicômoro, uma espécie de figueira e amoreira. As raízes saltavam grossas e rugosas à flor da terra. Ele subiu e um largo sorriso lhe iluminou o rosto. Podia, afinal, ver Jesus.

Ébrio de felicidade, juntou-se aos gritos da multidão, que O aclamava. Quando o Mestre passou pela árvore, olhou para cima e ao ver aquele homem agarrado aos galhos, como se fosse um fruto, lhe disse:

"Zaqueu! Desce depressa, porque hoje me convém pernoitar em tua casa."

O homem desceu presto da figueira, correu para casa, dizendo para si mesmo:

"Não sou digno! Não sou digno!"

Mentalmente, revê os negócios. Terá lesado alguém? Terá recebido a mais? Talvez tenha comprado terras a preço irrisório e as vendido com lucro excessivo. Sente-se atormentar.

A mulher começa a preparar, com os servos, as iguarias. Perfuma a casa. Chama os filhos. Prepara o leito com panos finos, importados de Sídon. Nada é suficientemente bom para receber o Rabi.

"O que fazer para ser digno?" pensa o cobrador de impostos.

Recorda que, à conta desse gesto, poderá recrudescer o ódio dos fariseus contra Jesus. Sai à rua. Jesus caminha devagar. A multidão à Sua volta, como se fosse um murmúrio de maré.

Emocionado pela visita do amigo, Zaqueu violenta a própria timidez. E como num discurso nervoso, fala alto o suficiente para ser ouvido, não somente pelo amigo, mas inclusive pela massa popular:

"Senhor, eis que dou aos pobres metade dos meus bens; e, se nalguma coisa tenho defraudado alguém, o restituo quadruplicado! Entra na minha casa!"

Restituir quadruplicado era penalidade da Lei Romana e, em alguns casos, também do Código deIsrael, aos que utilizassem de injustiça para com os demais. Nesse momento, Zaqueu se faz juiz e acusador de si próprio.

Jesus sorriu, um riso leve e bom como um sopro de amor.

"Hoje - disse suave - veio a salvação a esta casa, pois também este é filho de Abraão. Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o que se havia perdido."

Depois adentrou o lar do publicano, servindo-se da noite para ensinar, narrando a inconfundível parábola das dez minas.

Narram tradições evangélicas que, anos mais tarde, Simão Pedro convidou o antigo publicano a dirigir florescente comunidade cristã, nas terras de Cesaréia. E Zaqueu, rico de amor e humildade, foi servir a Jesus, servindo aos homens.

A CARIDADE DESCONHECIDA

A conversação em casa de Pedro versava, nessa noite, sobre a prática do bem, com a viva colaboração verbal de todos.

Como expressar a compaixão, sem dinheiro? Por que meios incentivar a beneficência, sem recursos monetários?

Com essas interrogativas, grandes nomes da fortuna material eram invocados e a maioria inclinava-se a admitir que somente os poderosos da Terra se encontravam à altura de estimular a piedade ativa, quando o Mestre interferiu, opinando, bondoso:

— Um sincero devoto da Lei foi exortado por determinações do Céu ao exercício da beneficência; entretanto, vivia em pobreza extrema e não podia, de modo algum, retirar a mínima parcela de seu salário para o socorro aos semelhantes. Em verdade, dava de si mesmo, quanto possível, em boas palavras e gestos pessoais de conforto e estímulo a quantos se achavam em sofrimento e dificuldade; porém, magoava-lhe o coração a impossibilidade de distribuir agasalho e pão com os andrajosos e famintos à margem de sua estrada.

Rodeado de filhinhos pequeninos, era escravo do lar que lhe absorvia o suor. Reconheceu, todavia, que, se lhe era vedado o esforço na caridade pública, podia perfeitamente guerrear o mal, em todas as circunstâncias de sua marcha pela Terra.

Assim é que passou a extinguir, com incessante atenção, todos os pensamentos inferiores que lhe eram sugeridos; quando em contacto com pessoas interessadas na maledicência, retraía- se, cortês, e, em respondendo a alguma interpelação direta, recordava essa ou aquela pequena virtude da vítima ausente; se alguém, diante dele, dava pasto à cólera fácil, considerava a ira como enfermidade digna de tratamento e recolhia-se à quietude; insultos alheios batiam-lhe no espírito à maneira de calhaus (pedra; rocha) em barril de mel, porquanto, além de não reagir, prosseguia tratando o ofensor com a fraternidade habitual; a calúnia não encontrava acesso em sua alma, de vez que toda denúncia torpe (sórdida) se perdia, inútil, em seu grande silêncio; reparando ameaças sobre a tranqüilidade de alguém, tentava desfazer as nuvens da incompreensão, sem alarde, antes que assumissem feição tempestuosa; se alguma sentença condenatória bailava em torno do próximo, mobilizava, espontâneo, todas as possibilidades ao seu alcance na defesa delicada e imperceptível; seu zelo contra a incursão e a extensão do mal era tão fortemente minucioso que chegava a retirar detritos e pedras da via pública, para que não oferecessem perigo aos transeuntes.

Adotando essas diretrizes, chegou ao termo da jornada humana, incapaz de atender às sugestões da beneficência que o mundo conhece. Jamais pudera estender uma tigela de sopa ou ofertar uma pele de carneiro aos irmãos necessitados.

Nessa posição, a morte buscou-o ao tribunal divino, onde o servidor humilde compareceu receoso e desalentado. Temia o julgamento das autoridades celestes, quando, de improviso, foi aureolado por brilhante diadema (coroa), e, porque indagasse, em lágrimas, a razão do inesperado prêmio, foi informado de que a sublime recompensa se referia à sua triunfante posição na guerra contra o mal, em que se fizera valoroso empreiteiro.

Fixou o Mestre nos aprendizes o olhar percuciente e calmo e concluiu, em tom amigo:

— Distribuamos o pão e a cobertura, acendamos luz para a ignorância e intensifiquemos a fraternidade aniquilando a discórdia, mas não nos esqueçamos do combate metódico e sereno contra o mal, em esforço diário, convictos de que, nessa batalha santificante, conquistaremos a divina coroa da caridade desconhecida.

(Cap. 20 do livro Jesus no Lar – Neio Lucio / Chico Xavier)

Questões:

  1. Qual a atitude do personagem, diante da necessidade que o outro apresentou?

  2. A necessidade era moral ou material?

  3. Para fazermos a Caridade, precisamos abandonar a família?

  4. O que estamos fazendo em comum com esses personagens, diante das necessidades apresentadas pelo próximo?

Fechamento

10:30/11:00 - Lanche e sorteio de livros. Vídeo: “Câmaras mostram boas ações”. (3:23min).

11:00/11:30 - Dinâmica do ovo (Lucila)

DINÂMICA DO OVO.

Objetivo: Perceber que o próximo ainda sem Jesus é um irmão em absoluta carência de recursos espirituais para viver.

Material necessário: Dois ovos inteiros, dois copos com água e duas colheres de sopa de sal.

Procedimento:

Em um dos copos cheio de água colocar um ovo. Observar que o ovo irá direto para o fundo e mesmo que você o suspenda, ele torna a cair.

No segundo copo com água, colocar duas colheres de sopa de sal e mexer e só então colocar o ovo.

Observar que enquanto no primeiro copo o ovo afunda, no segundo ele boia e por mais que você tente afundá-lo, ele torna a subir.

Reflexão:

 O que aconteceu no primeiro copo?

 E no segundo?

 Qual a ação do sal no segundo copo

 O que significa o sal?

 Qual a relação dos dois ovos nos copos com a máxima “Fora da Caridade não há Salvação”?

 O que essa atividade tem a ver com a vida em família?

11:30/12:00 - Vídeo do Divaldo (20min).

12:00/12:30 - Fechamento do Evento

12:30/13:00 - Entrega das “medalhas de papel” e calendários.

- Músicas, Avaliação e prece final.

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XXI ENEFE 2015

Núcleo Jacarepaguá I

TEMA: Caridade, sublime virtude para a felicidade.

Objetivo geral: Compreender que a felicidade pode ser construída desde já, através da vivência da caridade na família e na sociedade.

Módulo III - A caridade em ação

Objetivo: Viver à disposição do Cristo, fortalecendo a afetividade e as virtudes em nossas relações na família e na sociedade. Avante ao novo mundo, rumo à felicidade.

13:00 - Recepção e passe

13:30 – Musica no salão

14:00 - Pagina - Couraça da caridade – Fonte Viva (Raquel)

14:05 - Prece (Carlos)

14:05 - Esquete (O bom samaritano)

14:20 - PERGUNTAS PARA REFLEXÃO.

  • No nosso caso, basta conhecer o Espiritismo?

  • Algum destes religiosos necessita da “bolsa”?

  • O conhecimento por si só não produziu ganhos na emoção. Precisamos atentar para as emoções... como a família pode ajudar neste sentido?.

15:30 – Lanche

15:45 - Retorno ao Salão para segunda Parte da reflexão.

Reflexão final

. Vídeo – Deficiência linda e emocionante historia.

  • Afinal, o que é Caridade?

  • Como fazer da família o primeiro espaço de aprendizagem da caridade?

  • Como exercitar, com o apoio familiar, a caridade para fora do circulo próximo?

  • Como ser caridoso com meus familiares?

  • Como ser caridoso conosco mesmos?

17:15 – Considerações finais – Musica ou vídeo

17:45 – Apresentação dos pequenos companheiros

18:00 – Prece final

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VIII ENEFE – 2002

Núcleo: São Gonçalo I

Tema: “O arado está pronto: a terra espera: arai!”

Módulo II – A Terra espera.

Objetivo: Reconhecer o lar como o campo divino e a família como o grupo de cultivadores, onde se aprende a utilizar o “arado”, trabalhando a “terra” que nos cabe, para a necessária semeadura.

Programação:

14:00 – 14:10- Informes, página inicial (Semeadura – Caminho, Verdade e Vida- pg.85) prece

14:10 – 14:30 - Técnica de integração: “Chaves e portas.”

Material:

-Chaves recortadas(formatos diferentes) em três cores de papel.

-Tiras de papel (3 cores) cada uma contendo um desenho com uma fechadura no formato das chaves recortadas.

-aparelho de som para reprodução de música ambiente.

Desenvolvimento :

Distribuir para os participantes, as chaves e as tiras de papel (meio a meio). Pedir que, inicialmente, cada um observe a sua chave (recortadas e as desenhadas). Colocando música ambiente, dar comando para que todos comecem a caminhar pela sala, enquanto o coordenador vai propondo:

  1. Em silêncio absoluto, somente percebendo a música, caminhando, exercitem conhecimento de si mesmo através do encontro com cada companheiro, como se fosse espelho refletindo sua própria imagem. Saúdem-se, ainda em silêncio, somente buscando olhar-se nos olhos, emitindo pensamentos de alegria, de paz.

  2. Observem o material que voces receberam, examinem o que os outros receberam.

Vocês observaram que alguns receberam uma porta com fechadura e outros, uma chave. Todos tem agora uma tarefa a realizar: busquem identificar a chave que servirá para abrir as respectivas portas.

Finalizar dizendo ao grupo que essa atividade simboliza a nossa passagem de dentro de nós mesmos para o mundo, buscando o conhecimento e o contato com o outro, abrindo o nosso coração para enxergar o outro.

14:30 – 15:45

3’ - Leitura do texto “Casa de amor.”

20’-Atividade: O mundo em que vivemos -o que eu tenho e o que eu desejo.

Painel atual: coletar do grupo notícias recentes de acontecimentos no mundo, para a construção de um painel (o grupo cita a notícia, o coordenador anota numa folha de papel pardo

10’- Momento de reflexão: Onde estão as boas notícias? Não as temos ou não as valorizamos?

40’ -Atividade: Depositar as nossas esperanças no solo do mundo

Dividir em sub-grupos. Será apresentado um cartaz contendo uma parte do mapa-mundi. Serão apresentados recortes de figuras de revistas aos participantes para que eles escolham e preencham os espaços referentes aos continentes com as figuras que representem os continentes, do mundo do jeito que gostaríamos de ter todos os dias (ex: dias de sol, crianças sorrindo, árvores, etc)

15:45 – 16:00 (15’)- Atividade: Construindo um mundo melhor.

Os grupos irão juntar as partes que trabalharam nas salas, formando um mapa-mundi.

Música e leitura do texto Belo Planeta Terra

16:00 -16:30’ – Lanche

16:30 – 16:40 (10’) - Apresentação de poesia sobre Maria de Magdala

16:40 – 17:30 (20’) - Atividade: “Para Construir o Reino de Deus na Terra.”

Divisão em 3 grupos para estudo de casos. Será apresentada para cada grupo, uma história inacaba. Os grupos deverão finalizar a história obedecendo ao tema da atividade.

30’ - 1º tempo: debate sobre a criação da história

2º tempo: Cada integrante do grupo participará da montagem da história com uma frase.

O grupo fechará a história tendo sempre em mente o tema da atividade.

17:30 – 17:45 (15’) Apresentação dos grupos

Concluída a tarefa acima, abrir para comentários, tais como: Como foi participar deste trabalho? Sentiu alguma dificuldade? Qual? Que valores morais pode-se realçar quando cada um deixou na atividade sua contribuição como um ser, um indivíduo?

17:45 – 18:00 (15’) Encerramento

Música e prece final.

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XI ENEFE – 2005

Núcleo: Ilha Grande

Tema:” Homem novo, mãos à obra!”

Obs: O trabalho realizado na Ilha Grande, por ser uma região litorânea, com uma população flutuante, principalmente no carnaval, se desenvolve de forma diferenciada dos demais. Para atender a um número maior de participantes, oENEFE é realizado em três horários distintos (manhã, tarde e noite).

Modulo I – “O homem velho”

Objetivo: Perceber-se caracterizado como homem velho.

Manhã: “O homem velho”

Objetivo: Caracterizar o homem velho.

  • Introdução

  • O homem velho sempre voltado para as coisas materiais.

  • Materialismo

  • Teme o nada e está preso a vicíos e manias.

Reflexão: Será que somos homens velhos?

O que nos caracteriza como homens velhos?

Dinâmica e resgate de conteúdo: O Livro dos Espíritos – pergs. 147/148.

Explosão de idéias. (vicíos e manias)

Conclusão: Reconhecer-se como este homem velho, ainda preso às coisas materiais.

Tarde: “Impedimentos à libertação do homem velho”

Objetivo: Reconhecer os impedimentos à libertação do homem velho.

  • Os impedimentos para a libertação do homem velho (vicíos, preconceitos, acomodação, orgulho, vaidade etc)

  • Prioriza mais a casa do que a família;

  • Auto conhecimento – conhecer-se como ser eterno.

Reflexão: Podemos reconhecer nossos vicíos e combatê-lo.

Dinâmica: “Explosão de idéias”

Conclusão: Reconhecimento de nossos vícios e a necessidade de combatê-los.

Noite: “Consequências da herança do homem velho”

Objetivo: Mostrar as consequências da herança do homem velho (pensamento materialista).

  • Histórico

Conclusão e Reflexão: O materialismo como herança do homem velho gera o caos, o consumo exagerado e a revolta.

Recurso: Álbum seriado

Modulo II - “Jesus e a proposta de libertação”

Objetivo: Reconhecer na mensagem de Jesus a fonte do recurso libertador dos vícios do homem velho.

Manhã: “Jesus e a proposta da libertação”

Objetivo: Reconhecer nos ensinamentos de Jesus a nossa libertação.

  • Discutir no grupo comotransferir a informação para a família;

  • Identificar os ensinamentos de Jesus.

Reflexão: Evangelho no Lar – História: Experiências (Justiça da Reencarnação).

Livro: Bem aventurados os simples – pág. 35

Dinâmica: Grupo – Evangelho no Lar.

Conclusão: O homem novo precisa aprender a refletir.

Tarde: “Jesus e a proposta de libertação”(continuação da manhã)

Objetivo: Reconhecendo na família uma das propostas de Jesus à libertação.

  • Trabalhar tipos e funções da família.

  • Discutir e refletir os tipos de família e repensar, como proposta de Jesus, as funções da família.

Reflexão e Dinâmica: Grupos (3 ou 4 pessoas), onde iremos discutir e refletir os tipos de família

Tipos de família

Democrática Autoritária Permissiva
Abertura e diálo-go com os filhos. Trabalha através da negociação. Dosa o amor e li-mites. Filhos tomam de-cisões responsáveis. Usa autoridade e não autoritaris-mo. Pobre de diálogo. Atitude moralista. Controle excessivo. Esmaga o poder de decisão dos filhos. Não promove auto-nomia. Não estabelece limi-tes. Liberdade definiti-va. Ausência de contro-le. Sem fronteiras ní-tidas de certo e errado. Presença de pais sem significado.

Funções da família

Cuidadora Protetora Socializadora
Prover necessidades básicas: saúde, segurança, estudo, prazer e lazer. Formar laços afetivos. Formar laços afeti-vos Desenvolver segu-rança emocional. Procurar elevar a autoestima posi-tiva. Respeitar as carac-te-rísticas individu-ais. Transmitir va-lores éticos, morais e es-pirituais – respeito às Leis de Deus.

Conclusão: O homem novo precisa aprender a refletir.

Noite: “Jesus e a proposta de libertação”

Objetivo: Reconhecer nos ensinamentos de Jesus a nossa libertação.

  • Passagens evangélicas * Homem Rico – Preservar-se da avareza. *Valores Espirituais – Nem todos que dizem: Senhor! Senhor! Entrarão no reino dos céus.

  • Histórias: * A gaiola. * Aparências.

Reflexão: Ligação das passagens de Jesus ao nosso momento atual, nos libertando das nossas dificuldades (vícios) e vibrar para os jovens no carnaval.

Dinâmica: Evangelho no lar – (passagens evangélicas e histórias).

Conclusão: O homem novo precisa aprender a refletir.

Modulo III – “O Espiritismo e o Homem Novo”

Objetivo: Identificar nas idéias Espíritas a alavanca para renovação do homem velho.

Manhã: “Espiritismo”

Objetivo: Recohecer-se como homem novo, através do auto-conhecimento, em romagem transitória no mundo.

  • Espiritismo – conceito – agente facilitador para compreensão e vivência das leis divinas inseridas no evangelho de Jesus;

  • Eu – Espirito imortal; percebendo que há um programa Divino para mim;

  • Jesus – Governador do planeta, modelo e guia no programa divino;

  • Deus – Reconhecer suas leis como programa divino para nossa meta de evolução.

Reflexão e dinâmica: auto conhecimento

- Quem estou eu? ( características pessoais, sexo, filiação, gostos e tendências-personalidade).

- Quem sou eu? (em trânsito na Terra; imortalidade; reencarnação; pluralidade dos mundos; progresso).

Conclusão: Reconhecer-se como espírito imortal e o espiritismo como um agente facilitador para este conhecimento.

Tarde: (Continuação)

Objetivo: Reconhecer-se através do auto-conhecimento como homem novo, em romagem transitória no mundo.

  • Por que sou Espírita?

Obs.: estar atento e aberto às respostas, respeitando e sempre fazendo reflexão.

Reflexào e conclusão: Identificar a Doutrina Espírita como agente facilitador para vivência das Leis de Deus inseridas no Evangelho de Jesus.

Dinâmica: Depoimentos

Noite: “O Espiritismo e o homem novo”

  • Síntese do trabalho;

  • Propor análise da música Novo Tempo (Ivan Lins), enfocando as situações que a letra apresenta e a mensagem espírita, visando confirmar que a Doutrina Espírita está contida nos postulados de Jesus.

Dinâmica e Conclusão: Divisão de grupos; cada grupo ficará com uma estrofe que será separada por cores correspondentes ao número de grupos. Logo após os grupos narram suas conclusões.

Fixar o conteúdo da música. A reflexão nos faz escolher melhor.

Encerramento: Ficha de avaliação, Agradecimentos, canto, Prece, Confraternização.

Músicas dos módulos: Culto no lar, O espírito, Não dá, não dá, não dá e Serve contente – Vilma Macedo de Souza

Novo Tempo – Ivan Lins

Biografia utilizada:

  • O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec;

  • O Livro dos Espiritos – Allan Kardec;

  • Obras Póstumas - Allan Kardec;

  • O que é o Espiritismo - Allan Kardec;

  • Viagem Espírita em 1862 – Allan Kardec;

  • A caminho da Luz – Emmanuel/Chico Xavier;

  • Bem-Aventurados os Simples – Valérium/Waldo Vieira

  • Primícias do Reino – Amélia Rodrigues/DivaldoFranco

  • Reformador (Julho/2004) – Editora FEB;

  • Universo Espírita – Editora HMP.

  • Mundo Espírita (Fev/2003) – Curitiba – Paraná.

SUGESTÃO DE BIBLIOGRAFIAS PARA O ESTUDO DA FAMÍLIA:

De Allan Kardec

Livro dos Espíritos:

  • Questões– 204 a 206, 208, 209, 278,

  • 379 a 385, 392, 582

  • 681a 685, 773 a 775

  • 881, 890 a 892, 909, 1007

  • Conclusão - item 3

O Evangelho Segundo o Espiritismo:

  • Cap. IV item 18, 1º parágrafo; 19; 20; 22; 23; 26, 3º parágrafo.

  • Cap. XIV, todo;

  • Cap. XXVIII, preces - item 56

O Céu e o Inferno:

  • 1ª pt. Cap. III, item 14

Revista Espírita: Fevereiro de 1864

  • “Primeiras Lições de Moral na Infância”

Outras obras:

ANGELIS , Joanna (Espírito). Adolescência e Vida. [psicografado por] Divaldo Franco. Salvador: Leal, 1997.

__________. S.O.S. Família [psicografado por] Divaldo Franco. Salvador: Leal, 1994.

ANDRÉ LUIZ No Mundo Maior [psicografado por] Francisco C. Xavier. Rio de Janeiro: FEB, 1947.

AUTORES DIVERSOS. Laços de Família. [psicografado por] Divaldo Franco. São Paulo: USE. 1994.

BRITO, Tereza de (Espírito). Vereda Familiar [psicografado por] J. Raul Teixeira, Niterói: Frater, 1992.

CAMILO (Espírito). Desafios da Educação. [psicografado por] J. Raul Teixeira, Niterói: Frater, 1995.

___________. Desafios da vida Familiar . [psicografado por] J. Raul Teixeira, Niterói: Frater, 2003.

___________. (Espírito). Educação e Vivências. [psicografado por] J. Raul Teixeira, Niterói: Frater, 1993.

CALLIGARIS, Rodolfo. A Vida em Família. Araras: IDE. 1973.

EMANNUEL (Espírito). Vida e Sexo. [psicografado por] Francisco C. Xavier. Rio de Janeiro: FEB, 1970.

ESPÍRITOS DIVERSOS. Família. [psicografado por] Francisco C. Xavier. Jabaquara-SP: CEU, 1986.

__________. Luz no Lar. [psicografado por] Francisco C. Xavier. Rio de Janeiro: FEB, 1968.

FEB . Família, Vida e Paz .Subsídios de Campanhas. Rio de Janeiro: FEB, 10/2005

FERREIRA, Umberto. Vida Conjugal. Brasília: Brasiliana, 1992.

INCONTRI, Dora. A Educação Segundo o Espiritismo. São Paulo: FEESP, 1997.

MENEZES , Lydienio Barreto de. A Educação à Luz do Espiritismo. Rio de Janeiro: CELD, 1990.

MIRANDA, Hermínio. Nossos Filhos São Espíritos. Niterói, RJ: Arte e Cultura, 1989.

NAZARETH, Joamar Zanolini. Um Desafio Chamado Família. Araguari, MG: Minas Editora, 1999.

NAZARETH, Joamar Zanolini. Um Desafio Chamado Família 2. Araguari, MG: Minas Editora, 1999.

NOVAES, Adenáuer. Evangelho e Família. Salvador: Fundação Lar Harmonia, 10/2004.

SOUZA , Dalva Silva. Os Caminhos do Amor. Rio de Janeiro: FEB, 1996.

SEJAM TODOS MUITO BEM VINDOS!!

CEERJ - Área de Educação Espírita

Serviço de Evangelização da Família

ENEFE


1 Nas Fronteiras da Loucura, cap. 17 – Apontamentos Necessários – psicografia de Divaldo P. Franco

2 João: 5:17 – nota do autor espiritual